O historiador da literatura, ensaísta e poeta Sânzio de Azevedo estreia obra infantojuvenil ao lançar nesta quinta-feira, 14, às 19 horas, no Espaço O POVO de Cultura & Arte, a coletânea de contos indígenas O curumim pintor e outras histórias. O livro escrito há mais de 20 anos foi publicado pelas Edições Demócrito Rocha, com ilustrações de Karlson Gracie.
Os contos de Sânzio de Azevedo mergulham no universo mágico da literatura recriando lendas indígenas. O palco é o Ceará. Com as narrativas é possível conhecer como a disputa entre os tupis e cariris, por uma saca de farinha, deu origem à via láctea. Em “O Curumim Pintor”, o leitor é apresentado ao indiozinho Itiberê que trocava as brincadeiras de guerra por pinceis e tintas, e com esses instrumentos salvou o seu povo. Os índios tremembés também figuram na coletânea com o conto “O curumim gaiato e o fogo de Tupã”. Encerrando a coletânea, o conto “A menina e o pássaro que mudou de cor” conta a história de Jacira, a garota que, por causa de um sonho,livrou todos os pássaros do cacique Urutau das gaiolas.
Sobre o Autor:
Sânzio de Azevedo é um dos maiores estudiosos da literatura cearense. Nasceu em Fortaleza, em 1938, escreveu a história da Padaria Espiritual, publicou ensaios sobre a poesia moderna do Ceará e recentemente lançou um livro de ensaios e crítica sobre a obra de Rodolfo Teófilo, Os Brilhantes (1895).
Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi por mais de 30 anos professor de literatura na Universidade Federal do Ceará. Membro da Academia Cearense de Letras, já publicou mais de duas dezenas de livros, a maioria de ensaios. É poeta e se considera um historiador da literatura. Seu primeiro livro tratava sobre dinossauros, e este é o sua primeira obra infantojuvenil.
Serviço
Lançamento do livro O Curumim Pintor e outras histórias
Dia 14 de agosto, às 19 horas.
Espaço O POVO de Cultura & Arte
Avenida Aguanambi, 282, Joaquim Távora
Entrada gratuita
Valor do livro: R$ 38
Estacionamento gratuito no Estacionamento Central, ao lado da sede do jornal O POVO (atrás da Farmácia Central)
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