A dupla está recebendo doações de brinquedos até o Natal e fará 2 festas beneficentes para doá-los para crianças. A primeira será no dia 12 de outubro, na Praia do Preá, em Jericoacoara. A segunda no Natal, em local a ser definido. Nesta quinta, 25, estará no Café Vitrola, tocando e recebendo as doações, leve o seu brinquedo e vinil.
O repertório das moças é super diversificado, tocam todos os gêneros. Em alguns espaços, tocam mais MPB, em outros, as músicas da discoteca ou rock e blues. “Temos repertório infantil, samba e música brega. Tocamos todos os estilos no vasto universo das décadas de 60/70/80/90”, comenta Eveltana.
As músicas mais pedidas são do repertório da “Discoteca” e flashback dos anos 80, como “I will survive” (Gloria Gaynor), YMCA (Village People), I feel love(Donna Summer), Let’s stay together (Tina Tunner), Like A Prayer” (Madonna), Thriller (Michael Jackson), New York, New York (Nina Hagen), Come to my aid (Simply Red), Broken English (Marianne Faithfull), várias dos Beatles, entre outras.
Dos nacionais, Abra as suas Asas (Frenéticas), Fulgás (Marina Lima), Noite Preta (Vange Leonel), Negro Gato (Marisa Monte), Agora só falta você (Rita Lee), Odara (Caetano Veloso), Fanatismo (Fagner), Meu Erro (Paralamas), Olhos Coloridos (Sandra Sá), Como uma onda no mar (Lulu Santos), entre outros.
Atualmente são residentes no Plataforma Music Bar (Rua Canuto de Aguiar, 1448 – Varjota), aos sábados fazem o projeto “Feijoada na Agulha”, a partir das 14h. E no Café Vitrola Benfica (Rua Waldery Uchoa, 42 – Benfica), das 19 às 21h, quinzenalmente, nas quintas. Tel: (85) 3055 3397.
Recentemente realizaram o evento “Lado A Lado B – Encontro de Amantes do Vinil”, nas comemorações do aniversário da Escola Porto Iracema das Artes. Houve audição comentada do LP “Meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem – 1973 – Pessoal do Ceará”, feita pelo jornalista Nelson Augusto. Contaram com as ilustres participações dos colecionadores de vinis, Mimi Rocha (guitarrista e compositor) e do Caio Napoleão, proprietário do Cantinho do Frango. Aconteceram também exposição, trocas e vendas de vinis e produtos com temas ou feitos com este material, como relógios, camisetas e agendas, com a participação do “Cantinho da Saudade” e “Arte Vinil Artesania”.
Lançaram durante este evento a grife “Na Agulha”, e estão fabricando camisetas com capas de vinis e bolachões, com o intuito de estimular e valorizar essa mídia que nunca deixou de existir e que tem a maior fidelidade ao som da gravação original. Sem falar no charme do ruído analógico.
O Vinil voltou a todo vapor, para o público em geral. Muitas opções de pick-ups (toca-discos) estão sendo vendidas ao público em geral, elas podem ser compradas em lojas especializadas. Com design antigo, mas com opções para tocar além dos vinis, pendrives, cds, rádio, fitas K7s e algumas com a opção de digitalizar o vinil.
E elas fazem um apelo: “Se você tem LPs guardados no seu maleiro ou na sua estante e não toca e não tem interesse em tocar, desapegue, doe
