Kell Smith acaba de disponibilizar nas plataformas digitais “O Velho e Bom Novo”, seu segundo álbum, inaugurando uma nova fase de sua carreira. Com 12 canções autorais, 8 delas em parceria com o maestro e produtor musical Bruno Alves, o disco é um convite poético à reflexão sobre vulnerabilidades, autoconhecimento e amor. Foto: Gustavo Arrais
Composto por 6 faixas, gravado com equilíbrio entre técnicas analógicas e digitais, “O Velho e Bom Novo” traz a inspiração e a voz de uma artista visceral, única, despida de qualquer recurso de afinação artificial. É um álbum orgânico como a própria vida.
Concebido como uma obra com lados A e B, o “O Velho e Bom Novo” resgata referências de uma época gloriosa da música brasileira, abraçando temas urgentes, como a saúde mental, depressão e ressignificação do luto. Assuntos que nos unem há gerações, infelizmente ainda vistos como tabus. No entanto, são ainda mais emblemáticos quando vivemos o confinamento, isolamento social e solidão impostos por uma pandemia global.
“Compor é sobre se entregar. É dar voz não só a si. O foco é não perder o foco da música. No fim das contas, a música é o coração de tudo”, sentencia
Kell Smith
“O Velho e Bom Novo” é sobre a vida real, sem medo de encarar conflitos e feridas. Em cada canção, Kell fala de seus dilemas e também do muito que absorveu, seja na poesia de Paulo Leminski, ou em grupos de Whatsapp com fãs. A artista nos traz pra perto com sensibilidade e compreensão, falando para todos, sem pré-julgamentos. Sua música é sofisticada e popular, diz também sobre o amor, liberdade e autoconhecimento. Os bastidores das composições e gravações do álbum foram lançados em formato da série documental “O Velho e Bom Novo”, disponível no canal oficial de YouTube da cantora: http://bit.ly/dockellsmith
