Já está nas nas plataformas digitais a gravação de Fi Bueno para Passarim, clássico de Tom Jobim. O lançamento aconteceu na segunda-feira, 25 de janeiro é aniversário de sua mãe, de São Paulo – sua cidade natal -, e de sua maior influência na música brasileira, Tom Jobim, que faria 95 anos em 2022.
O single mantém como base o arranjo original de Tom Jobim, que gravou a canção pela primeira vez para a telenovela “O Tempo e o Vento” (1985), com produção musical de Guto Graça Mello, também produtor do novo álbum autoral do paulistano, Litoral, que sai em 2022 e incluirá Passarim. “Guto tinha o arranjo do Jobim na cabeça e arrasou! Nós preservamos a base da orquestração original do Jobim e trouxemos uma ideia minha, mesclando bossa nova com a batida do funk carioca na segunda parte. Guto escolheu fazer a batida do funk delicadamente no chimbal da bateria e ficou incrível”, comenta Fi Bueno.
Passarim é o terceiro single de Litoral, álbum que Fi Bueno lança nos próximos meses. Antes, em setembro, Fi Bueno já havia lançado sua versão do clássico de Geraldo Azevedo em parceria com Fausto Nilo, Dona da Minha Cabeça, que chegou nas plataformas digitais e conquistou os programadores das rádios pelo país. E fechando os lançamentos de 2021, em novembro Fi liberou nos aplicativos de música A Mais Bonita, o primeiro single autoral.
Litoral, o quarto álbum de Fi Bueno
Com uma forte influência da MPB e do forró, Fi Bueno escolheu canções que representam sua trajetória para apresentar Litoral, seu quarto trabalho solo, que chega na sequência do álbum Identidades, lançado em parceria com Anastácia – a rainha do forró.
Com direção musical de Guto Graça Mello, Litoral vai revelar os primeiros trabalhos do produtor com o artista. “Guto me conheceu num momento de amadurecimento musical e me abriu novos horizontes, me colocou em contato com minha essência de cantor. Nesse novo trabalho canto não apenas como compositor mas também como intérprete, a pedido dele. Guto fez nascer um cantor em mim que eu pressentia mas não acessava”, avalia Fi.
Fi Bueno foi do piano para o violão, construiu conhecimento e narrativa rítmica na guitarra, baixo e bateria; e enveredou pelo forró (formou duas bandas – Forroziando e Banda Bagana) até desaguar em pura música brasileira, território em que trafega e pelo qual tem lançado trabalhos solo desde 2010.
Fi Bueno vem trabalhando junto ao legendário produtor Guto Graça Mello desde 2016. O primeiro álbum dessa safra, “Identidades”, é uma parceria com Anastácia, compositora ao lado de Dominguinhos dos clássicos da música brasileira “Eu só quero um xodó” e “Tenho sede”. O álbum “Identidades” chegou nas plataformas digitais em outubro de 2021 e, além das composições de Fi Bueno e Anastácia juntos, inclui inéditas parcerias com Céu, Dominguinhos e João do Vale, e as participações especiais de Zeca Baleiro e Gilberto Gil.
