A inspiração partiu das antigas caixinhas de música, onde o público escolhe o que quer ouvir. A vitrola e a jukebox tocam de acordo com a vontade de quem a manipula e pensando nisso, o grupo desenvolveu uma fórmula de recital onde a platéia, como em uma jukebox humana, escolhe entre as opções ofertadas suas músicas favoritas e dá o play para a máquina-vitrola tocar.
Com arranjos de 4 vozes interpretados ora pelo grupo de 27 cantores, ora por quarteto, sexteto e octeto, além de trio e solos, o grupo canta e logo depois neutralizam-se no palco, como uma máquina que espera ser acionada novamente.
O coletivo de cantores tem direção musical e regência de Carlos do Valle Filho e direção artística de Plínio Renan. O repertório traz sucessos nacionais como “Papai me empresta o carro”, “Encontros e Despedidas” e “Jardim da fantasia”, como também “Aconteceu!”, faixa autoral do vitroleiro Paulo Barroso.
O espetáculo pode ser conferido nos sábados e domingos deste mês no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, sempre às 20h.
Ingressos: R$ 12,00 – inteira e R$ 6,00 – meia.
