“Oré Anacã”, nome cunhado a partir da língua tupi, significa “Nossa Dança”, tendo na sua origem etimológica a essência do trabalho, ou seja, apresentar produtos artísticos a partir da nossa forma de dançar a cultura popular. “Entre penas e contas” é um espetáculo composto por danças de influência étnica negra e indígena e compõem parte do programa de extensão aprovado em 2013 e 2014, pelo Ministério da Educação e Ministérios da Promoção da Igualdade Racial. Dentre as danças a serem apresentadas, destacamos o boi bumbá, maracatu pernambucano, frevo, bumba-meu-boi, carimbó, afoxé, reisado, coco, siriri cuiabano e lundu marajoara.
Composto por cerca de 40 dançarinos, prioritariamente alunos dos diversos cursos da Universidade Federal do Ceará, o Oré Anacã busca homenagear a cultura dançante do povo, sabendo que sua produção é apenas um recorte artístico que está muito aquém da enormidade dos folguedos tradicionais existentes. A partir da nossa dança, encontramos um meio de sermos brincantes nos palcos da vida, caminhando e dialogando também com os brincantes dos terreiros, ladeiras, salões e ruas do Brasil.
Dias 23 e 24 de agosto, às 20h, no Teatro Dragão do Mar.
Ingressos: R$ 20 inteira e R$ 10 meia.
