Neste sábado, 21, e domingo, 22, acontece o Ecléticos Livre Festival, no Parque do Cocó, com shows musicais e ações formativas. O festival que propõe a fusão das mais diferentes sonoridades musicais com o objetivo de trabalhar a ressignificação e revitalização dos espaços, locais e equipamentos culturais da cidade através da arte. Propondo uma nova relação com o espaço, cidadania, novas plateias e aquecimento do mercado cultural cearense. É apresentar e enfatizar a Arte como ferramenta de formação e entretenimento através da linguagem musical com a contração de diversas vertentes e sonoridades em espaços fora do eixo cultural já estabelecido. Todo o acesso é gratuito. (Foto: Daryan Dornelles)
No sábado, 21, começa a partir das 16h, com atrações musicais para todos os gostos. David Duarte (CE) abre o festival convidando Marcos Lessa (CE) para dividir o palco, em seguida, às 17h20, a cantora Maria Alcina (MG), que comemora 40 anos de carreira, apresenta “De normal bastam os outros”, show baseado em seu último CD “De normal”, lançado em 2014. A noite termina com os shows de Naná Rizinni (SP), 18h40 e Tiê (SP) (foto), às 19h40.
Já no domingo, 22, o evento traz ações formativas com intuito de debater temas como sustentabilidade e economia criativa através da oficina de “Instrumentos Musicais com Materiais Reutilizáveis”, ministrada pelo Educador Marcos Melo, de 9h às 11h, e do workshop “Planejamento criativo e estratégico para artistas e projetos”, de 13h às 15h, com Mirella De Luca, Merchandising da Gravadora Som Livre e Carlla Bastos, Gerente de Marketing Nacional da Gravadora Warner Music.
Unidos da Cachorra (CE) abre a programação de shows do domingo a partir de 15h. Na sequência, tem o grupo de Pernambuco da cidade de Arco Verde, Coco Raízes do Arco Verde (PE), À16h), Preto Zezé (17h10), Lorena Nunes dividindo o palco com a cantora Di Ferreira (18h20). E encerrando festival em alto astral, Nayra Costa fará um show com a banda Dona Leda.
Para o realizador William Mendonça, o festival é uma proposta de consolidar, na medida em que dá início à integração desses vários equipamentos culturais e sociais, a criação e ocupação de forma plural e eclética. “Temos a meta de trabalhar a acessibilidade, mobilidade e sustentabilidade na cidade de Fortaleza atraindo um público para reflexão e para a atitude de responsabilidade social, tendo como proposta um grande encontro de artistas e plateias de diferentes estéticas da música brasileira”, pontua o realizador do evento.
